segunda-feira, 19 de julho de 2010

FAMÍLIA LONGO

FAMÍLIA LONGO

José Longo, patriarca da família LONGO, chegou no Brasil no século passado, em meados de 1890, vindo de Palermo, na Itália.
Desembarcou no porto de Santos, como a maioria dos imigrantes, vindo primeiramente para Taquaritinga, onde se casou com Maria Adelaide Aiello Longo. Tiveram oito filhos: Brandemar, Eugênio, Paschoal, Nilo, Mário, José, Aracy e Geny.
Mudaram para São José do Rio Preto, onde abriram uma carpintaria na rua Antônio de Godoy. Pai e filhos trabalhando juntos conseguiram progredir construindo a Indústria de Móveis Longo, que por muitas décadas ajudou no progresso de nossa cidade, gerando empregos.
Brandemar Francisco Longo, primogênito, foi sucessor de seu pai, tendo os irmãos como companheiros de luta na fabricação de móveis.
A Indústria de Móveis Longo passou de seu fundador, José Longo, para seus filhos, de seus filhos para seus netos.
Hoje, há ramificações como a Madeireira Longo, administrada pelos netos de José Longo.

FAMÍLIA ABENANTE

FAMÍLIA ABENANTE

Há praticamente quatro gerações, os ABENANTE radicaram-se no Brasil, firmando conceito que se estabeleceu sobre o dinamismo e a força de trabalho dos imigrantes italianos.
Nicola Abenante, nascido em Palagoril, província de Catanzzaro, Itália, chegou ao Brasil em 1902. Casou-se com Rosina Marcomini. Veio para trabalhar, como a maioria dos imigrantes italianos, na lavoura de café. Passou para a área da construção civil, de onde tirou sustento para seus onze filhos: Desdemona, João, Zenita, Malvina, Angelina, Anastácia, Orlando, Adamo, Odila , Germania e Bella.
Dois de seus filhos radicaram-se em São José do Rio Preto: Desdemona Abenante casou-se com Brandemar Francisco Longo, industrial em nossa cidade; e João Abenante casado com Sebastiana, ele construtor civil e artista plástico, com seus trabalhos em exposição por várias localidades na cidade.
Desdemona e Brandemar tiveram três filhos: Jacyra, Roberto e Écio; sete netos e dois bisnetos.
Todos participando ativamente da vida nacional, trabalhando nos diversos setores e contribuindo com todo seu potencial de trabalho para o engrandecimento de São José do Rio Preto, cooperando com orgulho para que a História da Imigração no Brasil, passe de geração a geração.

FAMÍLIA AIELLO

FAMÍLIA AIELLO


A família AIELLO, oriunda de Maione, Província de Cocenza, Itália, é uma das mais distinguidas no setor comercial de São José do Rio Preto.
O primeiro membro da família a aqui aportar foi o senhor Rafael Aiello.
Casou-se com a Sra. Josepha Di Giorgi, e tiveram 5 filhos : Tancredo, Clorinda , Adelaide, Hermelinda e João Vicente.
Fazendeiros e agropecuaristas entraram para o comércio com a inauguração da Casa Rignani na região central de São José do Rio Preto, onde por muitas décadas, foi ponto de encontro de pescadores, caçadores, contadores de estórias. Era conhecida como a Casa da Onça, pois existia em sua vitrine uma onça empalhada. O prédio onde funcionava o comércio era uma das mais belas construções arquitetônicas da Rua Bernardino de Campos.
Seus filhos casaram e tiveram netos, bisnetos e tataranetos que fazem hoje, parte da história da imigração italiana em São José do Rio Preto, contribuindo para o sucesso e beleza de nossa cidade.


FAMÍLIA COCO

FAMÍLIA COCO


Elevado é o número de peninsulares que enfrentado corajosamente o oceano, descobriram novos horizontes, outras terras, ampliando limites, miscigenando cultura e raça. Entre estes italianos, cujos destinos vieram se transformar na terra adotiva - o Brasil, conta-se à família COCO.
E, oriundo de Abruzzos, perto de Roma, onde nasceu em 1874, filho de Domingos Coco e Gaitana Iacossa, Francisco Coco casado com Filomena Mársico, teve 4 filhos: Palmyra, Caetana, Domingos e Oswaldo.
Chegou a São José do Rio Preto para trabalhar na construção da estrada de ferro, e entregue a um trabalho incansável, ajudou a construir o progresso de nossa região.
Suas duas filhas, Palmyra e Caetana, casaram-se com dois irmãos Cozeto, Alfredo e Gabriel respectivamente.
Hoje, apesar das muitas primaveras, ainda guardam lembranças e trejeitos italianos, como os deliciosos pães e macarrão feitos por elas próprias e, falam em linguagem de um autêntico macarrônico.
Apesar de distante, a saudade dos parentes que ficaram em seu país de origem, a Itália, era amenizada através de correspondências.
Entregues ao trabalho, gerações e gerações, dedicam-se a bem servir a pátria que outrora foi adotada de coração, sempre pelo ideal de colaborar para a prosperidade de nossa cidade.



FAMÍLIA COZETO

FAMÍLIA COZETO


A família Cozeto teve seu início em Altília, defronte Maione, Província de Cocenza, Itália.
Instalou-se no Brasil, através de João Cozeto. O local escolhido foi Ibaté, vindo mais tarde para Taquaritinga.
O Brasil tem sido a pátria adotiva de quantos deixaram seus países em busca de maiores oportunidades para desenvolver seu trabalho.
João Cozeto e sua esposa, Clorinda Aiello Cozeto tiveram sete filhos, onde dois deles Gabriel Cozeto e Alfredo Cozeto, se instalaram na região de São José do Rio Preto. Passaram a exercer a profissão de serralheiro.
Alfredo Cozeto casado com Palmyra Coco, trabalhou em diversas firmas, entre elas com o Maquininha.
Gabriel Cozeto participou ativamente do Partido Comunista.
Juntos, montaram uma serralheria, onde, através dessa atividade exercida com pleno entusiasmo, Alfredo e Gabriel deram sua parcela valorosa como construtores da grandeza brasileira e como tal, são reconhecidos entre aqueles que realizaram a verdadeira e atual história da Imigração em nossa região e em nossa cidade.
Sendo um dos pioneiros da pequena Nova Aliança, merecidamente, pelo esforço e dedicação, receberam a homenagem com seus nomes em escolas e ruas da cidade.
Gabriel e Caetana Coco Cozeto, tiveram uma filha, Guaraci Cozeto.
Alfredo Cozeto e Palmyra Coco Cozeto, tiveram nove filhos: Joaõ, José, Francisco, Ana Maria, Guacira, Sandra, Terezinha, Marilene e Alfredo Filho; todos à procura de novos horizontes, vieram para Rio Preto estudar e trabalhar. São hoje 18 netos e 12 bisnetos que fazem parte da história de São José do Rio Preto.
Com o trabalho realizado pela família Cozeto, foram mantidos os mais altos valores de trabalho e contínua participação na luta pelo desenvolvimento cultural e econômico, transmitidos por seus ascendentes. Assim, essa família ocupa um papel de destaque na História da Imigração no Brasil, ao lado de outras, de origem italiana, que ajudaram a construir esse País.